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Liberando o Nosso Potencial Perante a Vida – Parte 2

Marianne Williamson escreveu certa vez: “É nossa luz e não a nossa escuridão o que mais nos amedronta. (…) Não há nada iluminado em se encolher para que outras pessoas não se sintam inseguras próximas de você. (…) À medida que deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente permitimos que os outros façam o mesmo. À medida que somos liberados de nosso medo, nossa presença automaticamente liberta outras.”

E por mais incrível que possa parecer, há um bom número de pessoas que simplesmente não se permite crescer, não se permite acontecer num dado setor ou na vida como um todo, porque carrega em si uma ideia, crença ou sensação de que não pode crescer além dos pais, que não pode ser feliz se um membro da família não foi/é feliz naquela área… Tanto assim, que um dos criadores da PNL, Richard Bandler, dependendo do que percebia na pessoa, logo ao iniciar o atendimento, perguntava de supetão: “O quanto de felicidade você suporta sentir?”

Aparentemente estranha a pergunta de Bandler, né? Mas hoje, depois de anos de atendimento, fica cada vez mais claro o número de pessoas que sente medo de ter medo em algo que todo o seu ser está clamando por vivenciar. E se há um clamor interno é porque há também recursos e condições de ir lá e viver a situação, mesmo com obstáculos, ou melhor, apesar deles. E a própria pessoa já chegou a conclusão que quer mudar, que precisa fazer diferente, que o chamado interno está grande e que a situação que vem vivendo já não traz mais o que precisa ou pior, que já se tornou insustentável; pra logo em seguida, dizer que não sabe se pode ou se consegue dar aquele passo novo. E quando perguntamos o que a segura, a resposta geralmente é uma algo esquivo, do tipo: “Ah se a vida fosse tão simples como somar 2+2…”.

Vamos pensar um instante? Por um primeiro momento, somar dos com dois não foi tão simples assim… Até que virou automático, não é verdade? E um dia todo o nosso desafio foi aprender a somar. E sem essa coisa tão simples e básica, todas as outras operações seriam impossíveis de serem assimiladas. Sem a matemática elementar, lá da alfabetização, não poderíamos chegar a cálculos complexos da engenharia… E tudo está contido em um passo por vez, dentro das quatro operações básicas que aprendemos ainda na infância, quando nem tínhamos tanta experiência de vida assim.

Daí, da próxima vez que estiver parado diante de uma situação onde precisa sair da zona de conforto, pergunte a si mesmo se há um clamor interno por isso – se sonha com isso acordado ou dormindo, se vira e mexe se pega pensando sobre esse assunto, fazendo planos ou corroendo-se por esse tema. E se a resposta for sim, será que não é o medo de acontecer de fato o que te paralisa, muito mais do que o medo de não estar pronto?

O que te impede de ser tudo o que pode ser e de viver o que sonha, é capaz e merece viver?

Descubra essa resposta e estará diante do nó central que te prende. E talvez esse nó seja algo que você já aprendeu lá atrás as ferramentas necessárias para desfazê-lo, exatamente como as operações básicas da Matemática. Desmanchar esse nó é contar com caminhos livres e vento a favor para ir rumo à realização de todo o seu potencial!

Sei que pode ser um pouco trabalhoso, mas é muito compensador. Eu te desejo boa sorte!

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